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July (Versão Portuguesa)

  • 30 de jan. de 2019
  • 2 min de leitura

July




Apesar do universo artístico ter feito amplas melhorias nas últimas décadas e de ter dado passos importantes para a sua atualização, a verdade é que nos dias que correm ainda se torna difícil falar de arte sem cair na tentação de a reduzir a pintura, escultura e arquitetura, e arte é muito mais que isso, sempre foi e sempre será, sem que uma seja melhor ou pior que outra. E hoje venho falar de arte, oh se venho!

Há cerca de um mês chegou a mim o trabalho de um jovem músico britânico de R & B.



July!



Ah, o July!

Ahh! O Mood



Literalmente, Música para a minha alma (um pouco cética)!


Confesso que desconhecia e que num primeiro momento pensei que seria apenas mais um em tantos que tentam ingressar no mundo musical. Pensei que seria mais do mesmo, comercial e musical, mas descaracterizado e igual a muito do que se ouvia por aí.

Errado, desde o primeiro pensamento!

Errado desde a primeira ilação!


Ele é mais que isso, oh tão mais que isso, e percebi-o no exato momento em que o seu timbre soou e tocou a minha alma.


July não tem nada de descaracterizado.

Ele é singular e não plural!



É reflexo de um profissionalismo que só pode ser atingido num encontro perfeito entre formação e paixão. Formado em International Business (BSc), pela King’s College, London, ele traz à música a vivacidade e a suavidade característica dos seus 24 anos, mas ao mesmo tempo é impetuoso e profundo, e arrebata com o seu timbre sensual e envolvente. Ele tem consciência da dificuldade que o mundo artístico implica, mas tem a chama do sonho nítida em cada acorde. Ele é sem dúvida alguma um artista, daqueles que nos preenchem os ouvidos e embalam a alma, e é sem dúvida um dos nomes que o K4 vai acompanhar de perto por ser reflexo de tudo aquilo que nos move.

July é paixão!

July é entrega!

July é trabalho!

July é formação!

July é artista! Oh que artista!


E nós saudamos os artistas, todos eles, pela coragem e persistência que têm. Eles sabem que o mundo está falido de valores, mas continuam a trabalhar por ele. Eles sabem que a cultura caiu em falência e caminha, em passos largos, para a morte, mas mesmo assim não baixam os braços e lutam, dia após dia, para chegar a cada um e despertar o que há de melhor em nós, a sensibilidade. Eles têm consciência que o seu percurso é árduo e ingrato, mas seguem-no sem olhar para trás, não lhes resta alternativa. Não se escolhe ser artista, ou se é ou não, e o July é artista.

Haja coragem!

Haja loucura!

Haja artista!




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